A The Lost Genome foi criada para aproximar espécies em risco, questões científicas e as realidades da conservação no terreno de todos — incluindo as pessoas que nunca pensaram que a ciência fosse para elas.
Explorar colaboraçãoA The Lost Genome começou com uma ideia científica e um problema de comunicação. A investigação académica em regulação genómica desenvolvida por Vasco Lourenço ajudou a inspirar a base científica do projeto. Mas a questão mais ampla não se limitava à genética: como pode a conservação chegar a pessoas que nunca vão ler um artigo científico, participar numa conferência ambiental ou procurar ativamente investigação sobre espécies em risco?
A The Lost Genome está a ser desenvolvida como uma resposta multidisciplinar. Liga investigação científica, espécies em risco, experiência de campo, realidades humanas e comunicação audiovisual. O seu propósito não é simplificar a ciência até se tornar imprecisa. É remover a distância que, muitas vezes, torna o trabalho científico pouco acessível.
Percursos diferentes, responsabilidades diferentes e uma tentativa partilhada de transformar uma ideia de conservação em algo significativo.
O sonhador que começou tudo isto. Com uma licenciatura em Genética e uma mente feita para ligar ideias que outros não veem, Vasco é quem transformou uma curiosidade científica numa missão inteira.
A alma do grupo. Para o Rui, a sua licenciatura em Medicina Veterinária não é apenas uma qualificação — é uma filosofia que guia a forma como vive a vida, e também esta missão.
Se o Rui é a alma, a Marta é a racional. Veterinária de mérito reconhecido, é quem traz o sonhador e a alma de volta à terra quando a missão precisa de uma cabeça fria.
Comprometemo-nos com limites claros: o que é conhecido e desconhecido, o trabalho planeado, as autorizações necessárias e a forma como os contributos são utilizados. O bem-estar animal tem prioridade sobre as filmagens. Não deturpamos pessoas, não fabricamos conflitos nem distorcemos realidades culturais.